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Olhos D'Àgua - Conceição Evaristo

Das esperanças de que todos somos feitos. Das tristezas e alegrias. Das vidas que pensamos que escolhemos. Do quanto somos levados, sem pensar muito sobre tudo, apenas tentando sobreviver, tentando aproveitar as poucas alegrias. No fim parece fácil olhar para trás e julgar. A dificuldade, a falta que faz, do luxo do tempo, de sobreviver e planejar. Encontros e desencontros. Reencontros que nos fazem perecer, padecer do mesmo erro. Da irresponsabilidade masculina, a crueza, o ódio desmedido e sem direção. Lembranças da infância. As questões materiais e visuais se perdem em meio a brincadeiras. O amor em diversos atos, formatos e idades. Algumas vezes representado sem esperança e previsibilidade mas apenas durante a ação. Originando outras formas, como na dor, palavra de alguma maneira próxima ao amor. A urgência do mundo que nos consome pelo tempo. Otimizado. Tornar apenas autômatos sem passado. Consumindo o presente e lutando pelo medo do futuro. Houve a inocência, ouve a rudeza em tot

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